Acreditem se quiser: este é o misterioso caso do bezerro que virou cabrito.
Ao ler a chamada de vídeo na capa do UOL para ver um bezerro pulando em cima de um porco, já fiquei com um pé atrás.
Acreditem se quiser: este é o misterioso caso do bezerro que virou cabrito.
Ao ler a chamada de vídeo na capa do UOL para ver um bezerro pulando em cima de um porco, já fiquei com um pé atrás.
Em um tempo distante, em uma terra distante, nos tórridos trópicos de alguma republiquinha das Américas, terra ávida de água e pródiga de suor, um pequeno grupo de crianças frequentava assiduamente as aulas de catequese da instrutora, que fazia seu trabalho corriqueiro de auxílio paroquial.
Outro dia, à tardinha, passei pela Av. Ipiranga, em Porto Alegre, em direção ao Shopping Praia de Belas, e fui olhando a famigerada ciclovia dessa avenida, que fica no trecho entre uma das vias da avenida, que tem a poluição dos automóveis, e o Riacho Dilúvio, que enche as narinas e os pulmões dos ciclistas com aquele ar contaminado de odores indescritíveis.
Eu sei o que é ser fumante.
Fumei desde a adolescência até a juventude, e depois em períodos alternados até 2010, quando parei definitivamente de fumar (assim como deixei de beber qualquer tipo de bebida alcoólica a partir de 2009).
O APRENDIZ NO TÚNEL
Estava escurecendo e eu seguia pela estrada. Caminhava e apreciava o verdor que se estendia pelas florestas copadas. O vento fresco aliviava o calor. Uma cor marrom começava a cobrir o céu.
Era de manhã e eu saí de casa para comprar presentes de natal para minha família. Passei por muitas lojas, olhei muitas vitrinas, vi milhares de pessoas comprando e carregando presentes. Não senti nenhuma vontade de dar presentes. Eu não conseguia imaginar um presente que transmitisse o que eu estava sentindo. O que eu sentia nenhum presente era capaz de dar. O que eu sentia já era conhecido e compartilhado pelas pessoas que receberiam os presentes.
“Feitiço é bumerangue perseguindo a feiticeira.” Lenine
Uma vez, há muitos anos, quiçá décadas, numa cidade não muito grande de uma província distante de uma republiqueta qualquer de bananas incrustada em algum ponto remoto da seção meridional da América, estava um humilde professor lecionando a seus pupilos sua singela aula quando aconteceu uma premonição, que o professor jamais imaginaria que o fosse.
Ou muito me engano ou parece que a situação do mundo piorou bastante desde dezembro de 2012.
Mas tenho testemunhos que corroboram minha opinião.